PS2

 of War II:


"God of War II" é basicamente uma extensão do primeiro jogo. Isso quer dizer que continua excelente e ainda foi melhorado onde possível, principalmente na dimensão e intensidade da aventura. Não é o suficiente para compensar a perda de impacto - afinal o mesmo "truque" não funciona tão bem numa segunda vez -, mas o saldo ainda é muito positivo. Com uma produção primorosa, o título só não deve agradar quem não é afeito à ação e violência. É a melhor despedida que a série poderia ter no PlayStation 2.



Nota:9
Explicação Nota: Um jogo muito bom com ótimos combos, belo grafico e amplo sistema de jogo.

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Kingdom Hearts Re: Chain of Memories:


"Kingdom Hearts Re: Chain of Memories" pode não ser a aventura épica dos dois episódios principais da franquia, mas traz uma boa dose de diversão e o inegável carisma dos personagens da Disney e de "Final Fantasy". O sistema de cartas é interessante e permite boas doses de estratégias, tanto no mapa como nas batalhas. Quem não teve a oportunidade de jogar a edição original, para Game Boy Advance, tem uma nova chance de conhecer o jogo, numa versão mais dinâmica e com melhor produção. Para um jogo que nasceu como um extra saiu-se muito melhor que a encomenda. Veja o video aqui em baixo.





Nota:9.25
E.N.: Mistura graficos muito bons quase chegando a realidade só que sem ultrapassar, para não perder o parte de desenhos animados da disney, já que o jogo é uma mistura dos personagens da disney (puro desenho animado) + os de final fantasy ( desde o número XII em diante tem graficos beirando a realidade, mesmo em consoles antigos como o Ps2). Além disso conta com muitos combos e uma história muito bem feita.
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  Final Fantasy XII:




"Final Fantasy XII" mostra por que é a série de RPG mais aclamada nos videogames. Trata-se de um jogo irrepreensível - os defeitos são mínimos -, que traz um enredo mais maduro e sombrio. Seu valor de produção é inquestionável, trazendo uma beleza gráfica que poucos podem concorrer, e uma trilha sonora que, se não é marcante, cumpre com louvor o seu papel sustentar a emoção. A aventura é excitante e traz um dos melhores sistemas de combates vistos num RPG, aliando praticidade e desafio. Enfim, um dos mais belos cantos do cisne do PlayStation 2. Veja o video aqui em baixo.



Nota: 9.5
E.N.: Final Fantasy XII contem graficos quase perfeitos, mesmo sendo um RPG tem o sistema de combate em tempo real que torna muito + interesante, mereçendo assim 9.5.
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Resident Evil 4:


Essencialmente idêntico à versão de GameCube, "Resident Evil 4" para PlayStation 2 é um dos melhores jogos da atual geração de consoles. A Capcom tirou de letra as diferenças técnicas e, apesar do visual mais simples, conseguiu reproduzir todo o suspense do jogo original. Para compensar o atraso, incluiu extras que podem até interessar quem já destrinchou a versão para o console da Nintendo. Enfim, trata-se da redefinição de um clássico.



Nota: 9.2
E.N.: Resident Evil revolucionou a diversão em matar zumbis, com ótimos graficos (falo isso em todos os jogos porque é verdade nesse blog só tem os melhores), chefões bem poderosos e uma história bem legal de um vírus que se espalhou por um certo lugar do mundo e ai a filha do presidente dos EUA é capturada e voce é um agente que tem que salva-la, mas que não esperava que tantas coisas iriam acontecer...
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Shin Megami Tensei:


A série "Shin Megami Tensei" é daquelas franquias meio bizarras que, como tal, não agradam a todos, mas tem potencial para fazer fãs ardorosos. "Persona 3" não foge à regra. Tem um estilo que mistura simulador de vida social e RPG, uma combinação inusitada que, mais uma vez, não é para qualquer gosto. Mas aqueles que forem tocados por esse estranho universo, encontrarão uma das experiências mais singulares entre os RPGs japoneses. Por certo, há problemas de ritmo, mas o que não falta é coisa para fazer: a história é longa e o personagem (e seus Personas) tem muito que desenvolver.  

Nota:-//-
Nunca Joguei para avaliar.
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Shadow of the colossus:


 Entre intermináveis franquias e inovações inócuas, "Shadow of the Colossus" é daquelas raras obras que se destacam pelo espírito empreendedor, sem esquecer de um sistema de jogo bem fundamentado. A equipe poderia ter facilmente usado os dividendos de "Ico" e feito uma continuação, mas preferiram trabalhar mais de quatro anos para criar uma obra-prima do zero. Esse talvez seja um dos títulos de ação com menos inimigos em toda a história dos videogames, mas provavelmente as batalhas contra esses magníficos gigantes ficarão cravadas nos corações dos jogadores. Simplesmente imperdível.  Veja o video aqui em baixo.



Nota:9.3
E.N.: Exige muito esforço nas epicas lutas contra os colossus, mas quem vai pensar em esforço jogando este magnifico game?

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Need For Speed Carbon:



  • Need for Speed Carbon, sem duvida é O MELHOR jogo de corrida para PS2, dividindo posição com o Gran turismo 3, otimos graficos, jogabilidade e diversidade de carros. A história é baseada em um local onde existem gangs de corridas noturnas, vc é um corredor e esta prestes a ser preso quando o vilao da historia e lider de uma das 4 gags paga para nao te prenderem, em troca ele quer que vc se redimida. Depois disso voce cria sua prpria gang, ou grupo de corrida, como queira, e começa a correr para conseguir os territorios, apos ter certa parte de territorio de certo destrito, vc corre com o lider da gang.                                          

Para explicar melhor...                                                                                                                              


Depois de perseguido pela polícia em Rockport City, o jogador através do Carbon Canyon foge em uma rota de Palmont City, um flashback do que parece ser uma corrida contra o Kenji, Angie, e Wolf vem à mente do leitor.Um incidente da polícia no final da prova obriga o jogador a fazer uma fuga precipitada de Palmont.Nos dias de hoje, o ex-sargento da polícia, e agora caçador de recompensas , Cross (interpretado por Dean McKenzie ), em seu Chevrolet Corvette Z06 persegue o jogador abaixo do canyon , e faz com que sua BMW M3 GTR seja destruída. Pouco antes de Cross prender o jogador, Darius e seu clã chegam. Darius dá a Cross US $ 150.000, e o jogador se encontra com Nikki (interpretada por Emmanuelle Vaugier ), uma ex-namorada, em condições ruins.
Darius diz o jogador com a ajuda de Nikki para limpar sua imagem, vencendo as equipes de corrida rivais para ganhar território e para recuperar sua reputação como um corredor de rua em Palmont. Vencendo corridas, uma a uma, o jogador adquire territórios e, finalmente, os distritos de Kenji ( Downtown ), Angie (Kempton) e Wolf ( Fortuna ). Depois de vencer cada corrida, o jogador se encontra com um ex-membro do clã de corrida, que quer se juntar ao clã do jogador e revelar as suas observações sobre a noite, onde foi a corrida. tendo todos os três distritos, Darius pede ao jogador para se encontrar com ele, onde ele revela que só estava usando o jogador o tempo todo para obter mais território. Quando Darius deixa, o jogador, à beira de ser preso por Cross, é salvo por Nikki, que lhe diz que agora ela percebe tudo o que aconteceu meses depois de juntar sua visão da noite e as opiniões dos outros pilotos.
percebendo que Darius acabou sendo responsável por tudo oque aconteceu aquela noite, antes de uma corrida em Silverton Darius recebe um telefonema de Nikki para sua equipe e contrata os três chefes anteriores Kenji (Mitsubishi Lancer Evolution IX), Angie (Dodge Challenger Concept), e Wolf (Lamborghini Murciélago). O jogador tenta conquistar Silverton, e expulsar Darius e seu clã Stacked Deck, para limpar a reputação do jogador, uma vez por todas.
Vencendo corridas contra o Stacked Deck, o jogador começa a sua chance de correr com Darius no canyon. Mas ele diz que o jogador irá, novamente, ter que vencer os três últimos chefes (Kenji, Angie, Wolf) no canyon e cidade para correr com ele. Após vencelos, o jogador finalmente corre contra Darius (na cidade e no canyon) e o derrota. No final do jogo, Darius entrega seu Audi Le Mans Quattro e diz: "deguste ele enquanto dura, há sempre alguém lá fora que é um pouco mais rápido do que você é, e mais cedo ou mais tarde ele vai aparecer" ...» , então Darius sai da cidade dirigindo um Jaguar XK.
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Clãs de Palmont City

[editar] Bushido

O líder deste grupo chama-se Kenji, dirige um Mazda RX-7 e possui o dominio do leste da cidade. A região é uma mistura da área urbana de San Diego, Los Angeles e San Francisco. Ambiente urbano, esquinas com muitos prédios. A Bushido corre com carros Tuners, que têm o controle e a dirigibilidade como pontos fortes e velocidade máxima ruim.

[editar] 21St Street crew

A líder deste grupo chama-se Angie,cujo carro é um Dodge Charger R/T e possui o dominio do sul da cidade. Kempton, em sua maior parte, é um local industrial, tem muitos lugares com casas abandonadas, escuros, misteriosos, mas também tem partes com prédios. Este clã corre com carros Muscles, cuja aceleração é incrívelmente rápida, mas com controle ruim.

[editar] TFK

Wolf é o líder deste clã, que corre com carro Aston Martin DB9 e com carros Exotics - modelos caros e que privilegiam a velocidade máxima. Possui o lado oeste da cidade: Fortuna. Nesta região de Palmont City, vivem muitas pessoas com alto padrão de vida. Fortuna é muito parecida com Hollywood e Beverly Hills.

[editar] Stacked Deck

O líder deste clã é também o vilão do jogo: Darius que dirige um Audi R8 de estrada (na época o ainda conceitual Le Mans Quattro). Ele possui o lado norte da cidade, com vários cassinos, provavelmente baseado na cidade de Las Vegas. este clã corre com Tuners, Muscles e Exotics e neste clã ingressam os 3 outros chefes com novos carros, depois de vencidos: Kenji (Mitsubishi Lancer Evolution IX MR), Angie (Dodge Challenger Concept) e Wolf (Lamborghini Murciélago). Tenha cuidado ao andar por esta parte da cidade, pois a circulação de policiais é alta.
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Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Need_for_Speed:_Carbon
E eu mesmo pq já zerei o jogo. u_u...
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Nota: 9,5
Nos padroes do ps2, esse jogo nao precisa de comentarios...jogue, e se divirta... 

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Ser uma estrela de rock. Muitos garotos - e, atualmente, muitas garotas também - já devem ter sonhado com isso e, se não conseguiu realizar o desejo, pelo menos a Red Octane e a Harmonix apresentam "Guitar Hero", um jogo musical para entusiasmar qualquer roqueiro amador.

O gênero de games musicais tem uma história recente - se popularizou nos videogames com "Parappa the Rapper", do PSOne, em 1997 -, mas já está cheio de títulos marcantes, como o próprio "Parappa", "Bust a Move", "Beatmania", "Dance Dance Revolution" e seus congêneres. No campo do rock, se destacam "Um Jammer Lammy" e "Guitar Freaks".

Este último game, da Konami, é muito parecido com "Guitar Hero": ambos possuem um controle em forma de guitarra e a mecânica é similar, só que "Freaks" nunca saiu do arquipélago japonês. Azar da companhia de Kobe, pois com um um game tão bom como "Hero" será difícil competir.

Escola de rock

O mecanismo de "Guitar Hero" não é exatamente original. Na verdade é muito similar a "Beatmania": basta apertar o botão correspondente ao ícone que desce por um gráfico - no caso, o braço de uma guitarra - no exato momento em que ele atingir a área demarcada. Quer dizer, nada muito diferente de qualquer game baseado em ritmo.

O que o torna "Guitar Hero" especial é, em primeiro lugar, o controle em forma de guitarra, uma réplica da Gibson SG, um dos modelos mais famosos do mundo, usada, por exemplo, por Tomy Iommi, do Black Sabbath, ou Frank Zappa. São cinco botões no braço e um interruptor no corpo, que pode ser acionado tanto para cima ou para baixo, como o instrumento de verdade. Por fim, há uma alavanca, que serve basicamente para fazer "vibratos".

Nesse caso, a mecânica de jogo varia um pouco, pois é preciso previamente apertar o botão correspondente no braço e acionar o interruptor no momento certo, simulando com bastante fidelidade o instrumento tradicionalmente de seis cordas. O interessante é que se pode usar técnicas um pouco mais complexas, como o "hammer-on" e "pull-off", que consistem em ativar a primeiro nota e disparar as seguintes só com os botões, sem usar o interruptor.

A mecânica muda dependendo do controle, mas obviamente a experiência só é completa com o acessório especial, que é muito mais intuitivo. Mas, mesmo sem a guitarra é possível se divertir, e muito, com "Guitar Hero".

A seleção de músicas é absolutamente fantástica. São 30 composições literalmente de peso, desde clássicos como "Smoke on the Water" do Deep Purple, até músicas de algumas de bandas mais recentes, como é o caso de "Fat Lip", do Sum 41. O espectro coberto também é bem amplo, com o heavy metal de Megadeth ("Symphony of Destruction"), Black Sabbath ("Iron Man") e Motörhead ("Ace of Spades"); o punk dos Ramones ("I Wanna Be Sedated") e Bad Religion ("Infected"), passando por Queens of Stone Age, Franz Ferdinand e o mito Jimmy Hendrix. Enfim, só não vai gostar quem realmente odeia rock.

O critério para a escolha parece ter sido sempre a genialidade dos "riffs" de guitarra dessas músicas, sempre muito empolgantes. A produtora Harmonix fez um excelente trabalho na hora de regravar as músicas, retratando fielmente as obras originais. O vocal é um aspecto mais difícil de imitar, ainda mais com uma seleção tão distinta como essa, mas mesmo assim o resultado é digno de aplausos. Além disso, há mais 17 músicas de bandas independentes.

Na hora de transpor as notas para o gráfico representativo, mais um bom momento para a produtora. O movimento necessário para tocar as notas é muito fiel àquele que seria feito numa guitarra de verdade. Nas dificuldades menores, as notas foram simplificadas, é verdade, mas com a maior precisão possível. Nos modos mais difíceis, cada nota do solo precisa ser tocada em velocidades astronômicas.

Os acordes, por exemplo, são feitos apertando dois botões alternados - verde e amarelo, por exemplo - ou três, como a combinação vermelho, azul e laranja. Algumas partes chegam a ser mais difíceis que uma guitarra de verdade, pelo menos nas dificuldades maiores. Os "arpeggios" são feitos tocando em diferentes cordas do instrumento, mas em "Guitar Hero" cada nota exige um botão diferente, como num solo.

Tocando no último volume

Assim como em "Dance Dance Revolution", há ícones que exigem um breve toque e outros que precisam ser esticados, conforme pede o game. Existe um fator estratégico no jogo: ao tocar as notas com forma de estrelas, uma barra auxiliar, a Star Power, é preenchida mais rapidamente. Ela permite "agitar a galera" e, assim, conseguir maior pontuação. A manha é descobrir em qual parte da música a função será melhor aproveitada.

No game, a dificuldade aumenta em dois vetores, o primeiro deles definido pela opção no menu principal. Nos mais fáceis, usam-se apenas três botões, até chegar a cinco, no Hard e Expert. E, conforme se progride na carreira, as músicas vão ficando mais difíceis, em combinações cada vez mais complicadas.

O jogo conta com poucas opções, mas suficientes. O principal, pelo menos para partidas solitárias, é o modo carreira, em que o jogador começará a trilha para o sucesso (ou não) num porão precário, até chegar numa megaturnê internacional. Tem até uma casa chamada GBCB, referência ao CBGB, de onde os Ramones conquistaram o mundo. Impressionante é o nível de detalhes e o esforço para não quebrar o clima, além de muitas piadas.

A tela de resultados, por exemplo, mostra a manchete de um jornal. No começo, os títulos são do tipo "Banda atormenta vizinhança" até chegar a comentários como "Show de [insira seu nome] encanta festival com apresentação histórica". Ao mesmo tempo, seu personagem passa a se expor na mídia, enfeitando capas de revistas musicais. Até as telas de "loadings" não deixam barato: "Não deixe o baterista cuidar do dinheiro", aconselha uma delas.

No total são oito personagens, todos com estereótipo dos guitarristas: tem o punk de moicano, o carinha estilo "paz e amor", a "gótica"... enfim, grande parte dos tipos que compõem o cenário do rock. Depois é hora de escolher as guitarras. Três estão disponíveis desde o começo, modelos mais que clássicos: a já citada SG, a Les Paul e a Flying V, todos da Gibson. A diferença entre personagens e instrumentos é apenas cosmética.

Já a Quick Play serve para treinar as músicas liberadas. Mas um dos mais divertidos é o modo de dois jogadores, com regras competitivas - tendo duas guitarras, fica melhor ainda. A maneira como a música é dividida entre os guitarristas é genial, e a Star Power tem um peso ainda maior nesse modo de jogo.

Casa cheia

A Harmonix mostra realmente que têm paixão pela música, como já demonstrado na seleção de composições e no jeito que trabalhou o sistema de jogo. Mas, como se não bastasse, a tela do game traz animações fantásticas: o público, as luzes e os músicos compõem um conjunto harmonioso. São vários ângulos de câmera, que divertem até para quem não está jogando. Uma pena o jogador ter que ficar concentrado nas notas.

O impressionante é que os músicos reagem de acordo com a música. O guitarrista, por exemplo, não mexe as mãos quando não está tocando sua parte e, quando o faz, posiciona-as no lugar correto, além de "palhetar" no ritmo das notas. O mesmo vale para o vocalista e o baterista. Cada batida do bumbo, das caixas e dos pratos são animados em conformidade com a música. Tudo bem que na hora das viradas não está tão perfeito assim, mas é apenas um mero detalhe, daqueles bem ranzinzas.

Os gráficos são estilizados e muito bem feitos. Os efeitos de luz e o público criam um ambiente bem convincente e é interessante ver a diferença entre as casas de show, principalmente no quesito iluminação. A espelunca do início de carreira tem uns holofotes bem vagabundos, mas os equipamentos mudam radicalmente nas turnês profissionais.

O som obviamente é o destaque e a principal razão de ser do game. Como dito, as seleções são fantásticas e devem agradar a maioria dos jogadores, e as regravações estão mais que boas. Além das músicas, os efeitos sonoros contribuem para dar mais vida ao ambiente. É difícil não ficar empolgado quando o público aplaude o começo de uma música, mas, por outro lado, se estiver tocando mal, você ouvirá uma recepção não muito calorosa. Até na hora de errar, o som ajuda. O barulho de "matar a corda" também é bem realista.


 
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Nota: 8,0
A graça deste jogo é testar sua coordenação motora e reflexo enquanto ouve os maiores clássicos do rock!!(Pode até parecer simples,porém é extremamente viciante).

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